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Mostrando postagens de julho, 2021

Blue bird

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Singing its blues Singing the blues The blue.

O prisioneiro do guarda-chuva de aço

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Enquanto eu, enclausurado, verazes criminosos gozam impunes; como se amanhã não raiasse — e talvez não raia. Acolá, uma chuva de canivetes e os espectadores, alheios, desfilam pia confiança de que o sol está de rachar. Sigo onde estou — nem tão firme e nem tão forte — a usar guarda-chuva de aço, mesmo sob este teto. Dizem que o costume é que mata e — se verídico for, confesso — estou me acostumando. Ao menos ainda guardo escrúpulos.   Guarda-chuva.

Um circo de horrores verde, amarelo, branco e azul anil

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Gostaria de agradecer à Maria José , que passou o seu conhecimento à Nathália Napole , que, por sua vez, passou o conhecimento para mim. Ah, o Brasil! Sua majestosa Terra, ainda plana, é sem mazelas. Prevenidas e curadas por seus magníficos tônicos que afastam de tudo. Não lhes apresento o representante popular desta pátria, não tão amada, por desencargo de consciência. Ouvi dizer que pronunciar o seu nome periga um mau agora de quatro anos — ou mais.  Porém, o que é que há? Eventos agitados do balacobaco pesam do outro lado da balança judicial. Tais eventos não podem, e não carecem. Quantos carnavais em terras Tupiniquins? Quantos carnavais? Mas o pão ficará para uma próxima. Posso ofertá-los, no máximo, um copo d'água; só não garanto a procedência. Mas se você tem um gerente para chamar de seu, é bem provável que não precise de minha água e consiga ver um rio limpo em meio a essa multidão de edificações. Caso contrário, se prepara para a labuta diária, companheiro. Com uma pitadi...

Um dia de paz em um prédio em chamas

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Fiscalizando as folhas caindo, a vizinha do 503 fumava o seu cigarro, preguiçosamente escorada em sua janela. Enquanto isso, o vizinho barbeiro do 401, distraído ao entrar no prédio, bateu o carro no portão da garagem. Era mais um dia de feira por aquelas bandas movimentadas, mas este, na verdade, seria de longe o pior dia da história daquele prédio. De modo a evitar o acidente, a fumante do 503 até pensou em avisar o pobre motorista distraído, mas o infortunado ocorrido foi mais rápido que o cérebro da potencial boa samaritana. Uma pancada certeira. Resultado: um portão amassado e um alarme disparado. O fuzuê despertou a vizinha curiosa do 403, que pulou do sofá e correu em direção à janela do quarto para espiar o ocorrido e dar o seu veredito. Adianto-lhes: ela não gostou daquilo que viu. Parte por ter sua paz interrompida, parte pelo envolvimento do "imbecil do 401" no acidente. A curiosa — e agora também furiosa — do 403 esbravejou e repreendeu o barbeiro do 401 como se e...