Soneto — ou quase — amarelo como maracujá
Testemunhaste comigo o encarnar da depressão,
Quando abutres volteavam os meus sentimentos;
Quando me assombravam pensamentos funestos;Quando escassa a esperança de findar tal condição.
Lastimaste comigo o avanço silente da escuridão,
Quando a mudez do socorro baldava os contentamentos;
Quando a dor da impotência corroía puros sentimentos;Quando a insônia remetia arranhões na tampa de caixão.
Precisávamos reconstruir o nosso elo.
Voltar àquele tão apaixonante valsar.
Guiaste-me com o teu lumiar.
Findaste o breu com o teu amarelo!
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| Lagoa de praia. |
Dedicado à Amanda Silva.

Forte, sobretudo LINDO! Morro de amores! 💛
ResponderExcluirForte e lindo igual à "musa inspiradora" (musa sem ser objetificada).
ExcluirLindo mesmo! Caiu um cisco no meu olho kkkk quanto amor s2
ResponderExcluirkkkkkkkkk... Um cisco? Seeei...
ExcluirValeu, Renata!!!