Desculpa, mas...
Desculpas não devem ser acompanhadas de conjunções adversativas. Sem "mas", sem "porém", sem "contudo", sem "entretanto", sem "todavia" [...]. Não! Não após uma desculpa. Isso deveria estar na gramática, em letras garrafais! Deveria ser onipresente, tão trivial quanto o respirar. As desculpas necessitam de veracidade. Nelas não há espaço para vaidades. Devem brotar do íntimo, do âmago, do cerne. Devem carregar o peso do arrependimento genuíno. Caso contrário, "desculpa" torna-se apenas uma palavra lançada ao vento — destituída de qualquer significado — pronta para ser proferida novamente [...], e novamente [...], e novamente [...].
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| Dunas de Zéfiro. |

Só não pode se tornar um hábito.
ResponderExcluirÉ verdade! Não dá para virar rotina.
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