Aprendi de velho

Que o abacaxi seja alheio! O contrário é fato do passado. Posso até não ter ofertado o pão e o peixe, mas distribuí sopa por aí. Fiz das tripas coração para me olhar no espelho e refletir o Nazareno.  

Porém, filho de Maria e de José quer distância da cruz. Deus que me livre e guarde! No "venha ao nosso", só vejo "ao vosso reino". E, como de costume, navio à minha vista! E outro. E outro. E outro!  

Mas... não mais! Meu pequeno equino agora está telhado. Doravante, não perco tempo com ritos. Que catem coquinho na esquina, para lá!  

Pobre do gato escaldado: claro que tem medo de água fria. Estranho seria o contrário. Com as mãos limpas, feito Pilatos, o tempo me permite afirmar: quem faz o bem sem olhar a quem acaba sem um vintém.  


Porco porquinho cofre cofrinho
Cofrinho.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Nem se o destino tivesse aprontado

O rapaz que era apaixonado pela estrela D'alva

Círculo de fogo