Eu acho
Esta é a história de uma pessoa, e de outra pessoa, e de outra pessoa. Sem diálogo, sem diabo e sem nada. Pessoas. Apenas pessoas. E, como pessoas, pessoas diferentes.
Ela sabia que eu sabia que ele dizia saber, mas, no fim das contas, no frigir dos ovos, ninguém sabia de nada. Nem ela, nem eu, nem ele. Nadica de nada! Ao menos, eu acho.
Atento àquilo que acho, e mais atento ainda àquilo que digo que sei, acompanho o intervalo entre o raiar e o pôr do sol. E se algum sabichão vier com a prosa de que sabe das coisas, que vá saber para as bandas do raio que o parta.
O médico me disse para evitar leros assertivos. E, em meio a uma multidão assertiva, encontrei um porquê e o porque. Ora! Por que não?
| Quem sabe se talvez? |
Comentários
Postar um comentário