Fajuto ateu, graças a deus

Nunca fui sério. Nunca fui meão. Nunca fui santo. Mas também nunca fui escroto.

Não, escroto eu nunca fui!

Ou melhor, rematutando bem, também nunca fui mentiroso. 

Confesso, já fui escroto.

Empiriquei Paulo Freire. Não tem perigo! Empiriquei! Mas nada suficiente para tirar o meu pedacinho no céu. 

Mesmo me esforçando muito pra cheirar o chão de talco que o diabo encarreirou, na balança, ainda aponto pra riba.

Oxe! O que foi? 

Um ateu não pode fazer analogias cristãs?

Valei-me!


Ofá.
Ofá.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Nem se o destino tivesse aprontado

O rapaz que era apaixonado pela estrela D'alva

Círculo de fogo